sexta-feira, 7 de outubro de 2011

História

A Primeira Guerra Mundial foi uma experiência histórica que promoveu uma grande reviravolta na visão estabelecida em relação à Europa. O Velho Continente era considerado o “berço da civilização” e o modelo de desenvolvimento e progresso a ser seguido pelas demais nações do mundo. No entanto, essa visão romantizada da Europa escondia as “selvagerias” das disputas econômicas desenvolvidas ao longo do século XIX.

Novos conflitos militares deram origem à formação dos estados alemão e italiano, que logo buscaram se inserir nas disputas do sistema capitalista. A Alemanha teve grande destaque nesse processo ao formar o seu Segundo Reich (Segundo Império) que, em pouco tempo, conseguiu fazer frente às grandes potências européias. Nessa época, a economia capitalista alcançou o auge da livre concorrência causando uma superprodução responsável pela crise no final do século XIX.

A alternativa buscada pelas nações seria a retomada do processo de colonização dos continentes africano e asiático. Iniciou-se o chamado imperialismo, que no período era visto como a salvaguarda capaz de alavancar a economia das grandes potências capitalistas da Europa. A Alemanha, que se unificou tardiamente, não teve o mesmo sucesso na obtenção de colônias de exploração. Dessa forma, teríamos uma primeira tensão promotora das disputas da Primeira Guerra Mundial.

Paralelamente a essas disputas econômicas, os movimentos nacionalistas europeus também causavam o desequilíbrio sobre as zonas de influência política no Velho Continente. Alegando a defesa da soberania de determinados grupos minoritários e nacionalistas, as grandes nações industriais empreendiam pequenas guerras que potencializavam as diversas animosidades. Nesse aspecto, compreendemos a realização de uma corrida armamentista que alcançaria seu auge momentos antes da Grande Guerra, iniciada em 1914.

A consumação de tantas rixas por meio da guerra, ao contrário do que se imaginava, não resolveu as contendas entre as potências capitalistas. O horror causado pelo grande número de perdas humanas não bastou para que as relações políticas e econômicas fossem repensadas. Terminado o conflito em 1918, uma nova série de disputas foi reavivada dando origem a novas atrocidades materializadas nos confrontos da Segunda Guerra Mundial.

Português


 Romantismo:

O Romantismo foi um movimento cultural que surgiu inicialmente na Grã-Bretanha e na Alemanha, como reacção ao culto da razão do Iluminismo, um pouco mais tarde em França, nos países do sul e na Escandinávia espalhando-se depois por toda a Europa e Estados Unidos da América. É um estado da sensibilidade europeia entre finais do séc. XVIII e princípios do séc. XIX. O seu nome deriva de "romance" (história de aventuras medievais), que tiveram uma grande divulgação no final de setecentos, respondendo ao crescente interesse pelo passado gótico e à nostalgia da Idade Média.
Foi originalmente um movimento de facto revolucionário que adoptou as ideias políticas e filosóficas elaboradas pelo século das Luzes: livre expressão da sensibilidade e afirmação dos direitos do indivíduo. Mas o romantismo, para lá da sua oposição à estética clássica, quer revelar a parte do homem oculta pelas convenções estéticas e sociais.
Muito variada nas suas manifestações, essencialmente ao nível da literatura e das artes plásticas, esta corrente sustentava-se filosoficamente em três pilares: o individualismo – tendência para se libertar de toda a obrigação de solidariedade para pensar só em si, egoísmo –, o subjectivismo – tendência para afirmar a prioridade do subjectivo sobre o objectivo – e a intensidade. Contra a ordem e a rigidez intelectual clássica, os artistas românticos imprimiram maior importância à imaginação, à originalidade e à expressão individual, através das quais poderiam alcançar o sublime e o genial.

 Parnasianismo:

  Paralelamente à ficção dita realista e naturalista, a ruptura com o visão de mundo romântica provoca o surgimento de uma tendência poética a que se denomina Parnasianismo. O Parnasianismo brasileiro foi um afastamento do realismo social, em direção ao esteticismo e a temas universais já consagrados pela tradição literária européia (temas orientais, helênicos e da tradição romântica). Foi típico desse movimento a criação de uma ilusão de impassibilidade do poeta diante os objetos que representava em seus poemas. A atitude do poeta foi fundamentalmente descritiva. O poeta parnasiano difundiu um culto acadêmico da "arte pela arte": procura por uma correção gramatical, pelo preciosismo das palavras, pela obsessão de clareza e pelo rigor formal. O poeta busca com afinco uma palavra "exata" para sua composição, aspirando à impessoalidade contra o subjetivismo.
    As principais características do Parnasianismo são: a contenção lírica, o rigor formal, a impessoalidade, a presença da cultura clássica, o culto da forma e a valorização da arte pela arte. Os principais autores são: Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia.

Matemática

As origens da matemática da probabilidade remontam ao século XVI. As aplicações iniciais referiam-se quase todas a jogos de azar. Os jogadores aplicavam o conhecimento da teoria das probabilidades para planejar estratégias de apostas. Mesmo hoje ainda muitas aplicações que envolvem jogos de azar, tais como diversos tipos de loterias, os cassinos de jogos( No Brasil Bingos) e os esportes organizados. todavia, a utilização das probabilidades ultrapassou de muito o âmbito desses jogos. Hoje muitas organizações(públicas ou privadas) já incorporaram a teoria das probabilidades em seus processos diários de deliberações.”

O ponto central em todas as situações onde usamos probabilidade é a possibilidade de quantificar quão provável é determinado EVENTO.

As probabilidades são utilizadas para exprimir a chance de ocorrência de determinado evento.

Experimentos aleatórios, espaço, amostral e evento

Encontramos na natureza dois tipos de fenômenos: determinísticos e aleatórios.

Os fenômenos determinísticos são aqueles em que os resultados são sempre os mesmos, qualquer que seja o número de ocorrência dos mesmos.

Se tomarmos um determinado sólido, sabemos que a uma certa temperatura haverá a passagem para o estado líquido. Esse exemplo caracteriza um fenômeno determinístico.

Nos fenômenos aleatórios, os resultados não serão previsíveis, mesmo que haja um grande número de repetições do mesmo fenômeno.

Por exemplo: se considerarmos a produção agrícola de uma determinada espécie, as produções de cada planta serão diferentes e não previsíveis, mesmo que as condições de temperatura, pressão, umidade, solo sejam as mesmas para todas as plantas.

Podemos considerar como experimentos aleatórios os fenômenos produzidos pelo homem.
Exemplos:

a) lançamento de uma moeda;

b) lançamento de um dado;

c) determinação da vida útil de um componente eletrônico;

d) previsão do tempo.

A cada experimento aleatório está associado o resultado do mesmo, que não é previsível, chamado evento aleatório.

Um cojunto S que consiste de todos os resultados possíveis de um experimento aleatório é denominado espaço amostral.

Probabilidade de um evento :

A probabilidade de um evento A, denotada por por P(A), é um número de 0 a 1 que indicaa chance de ocorrência do evento A. Quanto mais próxima de 1 é P(A), maior é a chance de ocorrência do evento A, e quanto mais próxima de zero, menor é a chance de ocorrência do evento A. A um evento impossível atribui-se probabilidade zero, enquanto que um evento certo tem probabilidade 1,0.
As probabilidades podem ser expressas de diversas maneiras, inclusive decimais, frações e percentagens. Por exemplo, a chance de ocorrência de um determinado evento pode ser expressa como 20%; 2 em 10; 0,20 ou 1/5.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Matemática

Os números complexos não foram inicialmente aceites como números, e não havia sentido nem significado geométrico para justificar que existisse uma raiz quadrada de um número negativo. Foram, isso sim, as equações cúbicas estudadas pelos italianos Girolamo Cardano (1501-1576) em Ars Magna de Cardano, de 1545, e Rafael Bombelli (1526-1572) em L'Algebra de Bombelli, de 1572, que motivaram a utilização dos números complexos. É que foi encontrada uma dificuldade na aplicação do método de Cardano à resolução de uma equação do terceiro grau, em virtude de ter aparecido nessa resolução uma raiz quadrada de número negativo. Desde logo, surgiram dúvidas sobre a validade da fórmula de resolução para as equações cúbicas de Cardano, que viriam a ser desfeitas com a criação de um novo número, o número complexo.

 A expressão "números complexos" foi usada pela primeira vez por Gauss (1831), que viria ainda a demonstrar o Teorema Fundamental da Álgebra - "toda a equação polinomial de grau n, admite exatamente n raízes reais ou complexas" - em 1798, mas já anteriormente conjeturado por Girard, Descartes e Jean Le Rond D'Alembert (1717-1783).

Jean Robert Argand e Caspar Wessel, independentemente motivados pela geometria e pela topografia, representaram geometricamente, de maneira intuitiva e prática, os complexos como pontos (e como vetores) num plano cartesiano.
Gauss definiu então os números complexos na forma a + bi, onde a e b são números reais e i2 = -1.
 Os números complexos têm aplicações práticas em campos tão diversos como:
- Aerodinâmica
- Eletrónica
- Eletricidade
- Teoria dos Fractais
- Meteorologia
- Economia
- Astronomia
- Biologia

Geografia


Posteriormente, no início de século XX, a indústria foi um instrumento de povoamento, a partir da década de 1930, o país começou a industrializar-se, como o trabalho no campo era duro e a mecanização já provocava perda de postos de trabalho, grande parte dos trabalhadores rurais foram atraídos para as cidades com intuito de trabalhar no mercado industrial que crescia. Esse êxodo rural elevou de forma significativa o número de pessoas nos centros urbanos. Atualmente 80% da população brasileira vive nas cidades, apesar disso o Brasil é um país urbano, industrial e agrícola.
 
O crescimento desenfreado dos centros urbanos provoca conseqüências, como o trabalho informal e o desemprego decorrente de sucessivas crises econômicas. Outro problema muito grave provocado pela urbanização sem planejamento é a marginalização dos excluídos que habitam áreas sem infra-estrutura (saneamento, água tratada, pavimentação, iluminação, policiamento, escolas e etc.) e junto a isso a criminalidade (tráfico de drogas, prostituição, seqüestros etc.).
A falta de um plano diretor não só demanda problemas sociais como também provoca alterações ambientais, um exemplo dessa realidade é a poluição do lixo, milhões de pessoas consomem e produzem os mais diversos detritos que diariamente são depositados em lixões a céu aberto sem receber nenhum tratamento, esse lixo transmite doenças, polui o lençol freático.

Percebe-se que a maioria dos problemas urbanos é primeiramente de responsabilidade do poder público que muitas vezes são omissos em relação a essas questões, em outros momentos podemos apontar a própria população como geradora de problemas, como o lixo que é lançado em áreas impróprias. Na verdade, a tarefa de fazer com que a cidade seja um lugar bom pra se viver é de todos os que nela habitam.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Física

Eletricidade:


A eletricidade está presente a todo tempo ao nosso redor e até em nós mesmos. Na natureza a eletricidade pode ser observada no relâmpago, uma grande descarga elétrica produzida quando se forma uma enorme tensão entre duas regiões da atmosfera.


No corpo humano também observamos a eletricidade: impulsos elétricos do olho para o cérebro. Nas células da retina existem substâncias químicas que são sensíveis à luz, quando uma imagem se forma na retina estas substâncias produzem impulsos elétricos que são transmitidos ao cérebro.
 
Organizei uma lista com o conteúdo de Física - eletridade do blog. Neste texto você encontra os principais tópicos sobre o assunto no blog, basta clicar no título que você tem interesse para ser direcionado a página com o conteúdo detalhado. Seguindo na missão de postar o conteúdo de Física do Ensino médio e ajudar nos seus estudos para o vestibular.


A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos e estes são formados por partículas elementares, sendo as principais os prótons, os elétrons e os nêutrons. Os prótons e nêutrons são formados por quarks. Entender esta estrutura é o primeiro passo para entender a eletricidade no estudo da Física.


Chamamos de condutores os corpos onde as partículas portadoras de carga elétrica conseguem se mover sem dificuldade, os corpos onde isso não acontece chamamos de isolantes.

A eletrização é um fenômeno importante na eletricidade. Quando um corpo ganha elétrons dizemos que ele foi eletrizado negativamente, pois o número de elétrons no corpo é maior que o número de prótons no mesmo. E quando um corpo perde elétrons o número de prótons no corpo é maior que o de elétrons, então, dizemos que o corpo está positivamente eletrizado.

Na eletrização por atrito os corpos atritados ficam com cargas elétricas opostas, como por exemplo, o pedaço de flanela com cargas positivas e o bastão de vidro com cargas negativas.


Na eletrização por contato os corpos ficam com a mesma distribuição superficial de cargas elétricas. Isto significa que se os corpos forem idênticos, eles terão a mesma carga elétrica.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Biologia

A Anatomia Vegetal trata de temas relacionados à morfologia externa e principalmente interna. Ela pode ser utilizada como ferramenta para estudos ecológicos, econômicos e outras áreas tanto da Botânica quanto de outra ciência. A anatomia da planta reflete a situação ambiental, e pode ser algumas vezes um bioindicador. Para ter todas essas ferramentas à mão é necessário conhecimento básico da estrutura interna e externa do vegetal.

A anatomia da madeira é o estudo dos diversos tipos de células que compõem o lenho (xilema secundário), suas funções, organização estruturais com o objetivo de:

conhecer a madeira visando um emprego correto;
identificar espécies;
predizer utilizações adequadas de acordo com as caractersiticas da nadeira
  prever e compreender o comportamento da madei- ra no que diz respeito a sua utilização.

Porção mais externa do caule ou da raiz. É composta por uma camada exterior morta ou inativa (ritidoma) cuja espessura varia com a espécie e a idade, e, por uma camada interior viva (floema). Têm importância na identificação de espécies vivas e protege o tronco contra agentes do meio (varia- ções climáticas, ataque de fungos, fogo, resseca- mento e injúrias mecânicas).